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Expo Empreendedor // DICAS DE FÁBIO PORCHAT PARA QUEM QUER EMPREENDER

Fonte:
Revista PEGN
Por Ana Laura Stachewski


AS DICAS DE FÁBIO PORCHAT PARA QUEM QUER EMPREENDER NA INTERNET
Para o humorista e fundador do Porta dos Fundos, produções devem ser originais e não focar só em resultados

Humorista, roteirista, produtor, diretor, dublador e apresentador. As funções são muitas, mas a figura é uma: Fábio Porchat, um dos fundadores da produtora de vídeos Porta dos Fundos. Por trás dos roteiros e à frente das câmeras, sua trajetória no canal também guarda um outro aspecto: o de um empreendedor, que se arriscou na internet em 2012 e construiu, junto a quatro amigos, um canal com 16 milhões de seguidores.

No começo, o principal desafio foi o mesmo de muitos: trazer espectadores para os conteúdos. Depois, com um sucesso rápido, a necessidade de profissionalizar o trabalho se tornou mais latente.

"No fundo, aquela era uma empresa familiar. Éramos cinco amigos que são criativos e sabem criar coisas, mas que não sabem vender", diz Porchat em entrevista à PEGN.

Em 2015, a produtora Tereza Gonzalez assumiu como CEO do Porta dos Fundos. Dois anos mais tarde, Portchat e os sócios, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro, Antonio Tabet e Ian SBF, venderam o canal para a empresa de mídia Viacom.

"A gente já tinha batido num teto e não tinha mais para onde crescer. Se ninguém organizasse aquela bagunça, a gente ia começar a cair", diz ele. A operação trouxe dinheiro, metas para cumprir e mais conhecimento em negócios para dentro da empresa.

Veio, também, a necessidade de aprovar as produções criativas com quem não é dessa área. "Mas temos liberdade total de criação, e só fechamos com eles por nos deixarem ter esse comando criativo".

Hoje, a principal fonte de receita para o canal são as produções patrocinadas. Nelas, os roteiros fazem menção a marcas e empresas, mas não deixam de lado as piadas e a identidade dos vídeos.

Para os sócios, esse é o principal motivo para o sucesso dos vídeos. Este ano, muitos deles chegaram a ultrapassar a média de visualização dos conteúdos independentes do canal. O Porta dos Fundos tem hoje mil vídeos produzidos e 5 bilhões de visualizações, além de ter lançado um canal no México.

Ter originalidade e uma motivação genuína para trabalhar com as produções também é importante, segundo Portchat. O humorista afirma que o público sabe diferenciar quem cria algo por gosto de quem pensa apenas no lucro.

"Não tente copiar nada nem fazer alguma coisa só porque acha que vai dar certo. Faça aquilo que você quer fazer de verdade e que você sabe fazer", recomenda. A dica, é claro, implica em priorizar alguns aspectos e abrir mão de outros.

"Se a sua vontade é fazer poesia, faça um canal de poesia. Você provavelmente não vai ter tantos views quanto um canal de maquiagem, mas não importa. Se você tiver o seu público fixo e falar com aquela galera, é ela que vai te acompanhar para sempre", diz.

Ter esse propósito, segundo ele, também ajuda a lidar com as demandas do negócio – especialmente com o sucesso. Se começar o canal não foi fácil, conciliar seu número crescente de projetos não é nada menos desafiador.

Como um "desafogo artístico", ele e os demais sócios têm se esforçado para manter sempre um espaço livre para outros projetos fora da produtora. Na próxima semana, por exemplo, o humorista estreia o programa “Que história é essa, Porchat?”, no GNT.

"É super difícil conciliar. Mas é lógico que quando você faz o que gosta, isso facilita muito a vida. Isso é o que eu mais amo fazer, então, no fundo, acaba sendo fácil estar sobrecarregado de coisas boas".

Expo Empreendedor // Empreendedorismo é alternativa para casais que desejam se casar sem dívidas

Fonte:
Revista Exame
Por Dino

Empreendedorismo é alternativa para casais que desejam se casar sem dívidas

Dados do IBGE apontam para uma queda 2,3% no número de casamentos em 2017, os quais têm ocorrido entre uma parcela da população mais madura – agora as mulheres se casam por volta dos 28 anos e os homens aos 30. Entre os motivos que tem levado os casais a adiar a celebração da união, está o gasto que o casamento pode acarretar. Uma pesquisa coordenada pela empresa Zankyou entrevistou 30 assessorias especializadas em casamento e concluiu que os brasileiros gastam em média 40 mil reais no grande dia, valor que nem sempre é conquistado somente com a renda do casal.

Em tempos de crise financeira, produzir algo para vender entre os colegas tem ajudado muitas famílias, principalmente quando um casamento precisa ser planejado, e cada vez mais pessoas tem aderido a essa forma de complementar a renda.  De acordo com a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), referência no estudo de empreendedorismo global, em 2007, o Brasil contava com 14,6 milhões de empreendedores, já em 2017 o número mais que triplicou, chegando a 49,3 milhões.

Jackeline Braga, líder da categoria de casamentos no e-commerce Elo7, afirma que muitas pessoas criam lojas no site para vender suas produções e complementar a renda. “Dentro do Elo7, diversos microempreendedores aproveitam suas habilidades criativas, seja por meio do artesanato ou design, e vendem produtos personalizados. O casamento é um dos setores de maior sucesso, já participamos de várias uniões, seja como plataforma para complementar a renda, ou como fornecedores de acessórios, convites ou decorações de casamentos personalizados”, diz Braga.

Fabiane conheceu Fábio em 2018, “foi amor à primeira vista! Ele me pediu em casamento no dia 31 de dezembro, à meia noite, foi inesquecível! Em meio aos fogos de artifício eu estava sendo pedida em casamento”, relembra a noiva, a qual encontrou no Elo7 a possibilidade de ganhar um dinheiro extra para os preparativos da festa. “Eu já tinha a loja no site, mas por problemas pessoais, incluindo a morte da minha mãe, deixei de lado. Agora estou voltando para ajudar na renda e realizar nosso sonho de casar”.

Além dos sites especializados em vendas, as redes sociais também tem conquistado diversos microempreendedores, já que seu caráter visual e forte presença no cotidiano das pessoas permitem que os produtos sejam apresentados de forma cada vez mais orgânica. “O sucesso da venda se dá por diversos fatores, mas para conquistar seus clientes é preciso investir na produção de fotos de qualidade, atrativas. Manter um diálogo descontraído com o cliente, sem deixar de fornecer informações claras, é fundamental. Unindo o visual e boa comunicação, as chances de se obter sucesso com o negócio são maiores”, frisa Braga.

Expo Empreendedor // Os 10 negócios mais procurados por empreendedores

Fonte:
Revista Exame
Por Mariana Fonseca


Os 10 negócios mais procurados por empreendedores e seus clientes
Plataforma de busca de empresas e profissionais liberais elencou as categorias de PMEs mais buscadas em 2018

Se você está procurando em qual tipo de negócio apostar ao abrir sua própria empresa, há boas chances de você cair em uma página sobre “marmitarias”. As empresas de marmitex foram as PMEs mais buscadas na internet ao longo do último ano, de acordo com um estudo da plataforma de busca de empresas e profissionais liberais Lista Mais.

O levantamento teve base 230 mil consultas realizadas entre fevereiro de 2018 e de 2019, elencando os setores de pequenas e médias empresas mais buscados. Elas podem ter sido feitas tanto por futuros empreendedores, que buscam abrir o melhor negócio para seu perfil e em taxas de rentabilidade, quanto por consumidores em busca de produtos e serviços.

Segundo o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil tem 52 milhões de pessoas com negócio próprio, ou 38% dos brasileiros entre 18 e 64 anos de idade.

Apenas as “marmitarias” receberam 30.284 pesquisas, ou 7,9% do total. As farmácias e drogarias conquistaram a segunda colocação no levantamento, com 27.009 pesquisas (7,1%), e foram seguidas de perto pelas empresas de massagens, com 25.425 buscas (6,6%).

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